PARÓQUIA STA CRUZ E STA EDWIGES

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Dí­zimo

Responsáveis: João e Dalila

Horário dos encontros: Toda 2ª Terça-Feira de cada mês às 19:15 hs.

O que é o dízimo?

Dízimo é a devolução a Deus de uma pequena parcela dos nossos bens em forma de ação de graças pelo muito que d'Ele recebemos. É aquela parte reservada e consagrada para a manutenção da religião e dos necessitados. Deus é dono de tudo, por isso reservar a Ele parte dos bens é uma retribuição justa por tudo que Ele nos tem dado.

Assim diz a Bíblia:

“Todos os dízimos da Terra são propriedades do Senhor... São coisas consagradas ao Senhor” (Lv 27, 30). Ora, se o dízimo pertence ao Senhor, não há por que negar esse tributo a Ele.

“Tragam o Dízimo completo para o tesouro do Templo... Façam a experiência comigo, diz o Senhor... Vocês vão ver se não abro os reservatórios do céu, se não derramo minha benção de fartura” (Ml 3, 10).

Quem é que pede o Dízimo? É o papa? É o bispo? É o padre? Não. É Deus. Se Deus pede é porque o Dízimo é muito importante na vida da Igreja. E cada um de nós é responsável para que isto aconteça. Deus não mente. Deus não engana ninguém. Deus promete? Será que Deus promete dar uma casa nova a cada um de nós? Será que está prometendo dar um carro novo a cada novo a cada um de nós? Não. Deus promete muito mais. Promete dar a sua bênção a cada um de nós. E não existe nada melhor para nós que recebermos de Deus uma bênção que satisfaça nosso coração.

“Consagra os dízimos com alegria... Dá ao Altíssimo conforme te foi dado por Ele” (Eclo 35, 11-12)

Consagrar nossos dízimos é colocar nossos bens a serviço do Reino de Deus. É transformar parte daquilo que generosamente d'Ele recebemos, em fora de ação de graças para a manutenção de sua obra redentora aqui na Terra.

Jesus disse:

“Recebestes de graça, de graça daí” (Mt 10, 8-10).
“Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus” (Mc 12,17).
O dízimo deve ser visto como um dom de Deus. Dom que nos torna abertos para receber a graça de Deus.

Quanto devo dar de dízimo?

Quando sou questionado sobre a percentagem do Dízimo, gosto de citar a Carta de São Paulo aos Coríntios: “Cada um dê conforme o impulso de seu coração, não dê de má vontade ou constrangido, pois Deus ama a quem dá com alegria” (II Cor 9, 7).

São Paulo não fala de Dízimo de dez por cento, nem de um por cento. Ele prefere dizer que o cristão faça a sua entrega: “Segundo o impulso do seu coração.” Portanto, para ser dizimista é importante ter um coração generoso e agradecido.

As orientações de São Paulo servem para nossas comunidades nos dias de hoje. Por isso, cada um deve se questionar e decidir o quanto deve dar de Dízimo.

Mas se eu amo a Deus e a minha Igreja, eu manifesto também este amor através do meu Dízimo. O tamanho do meu Dízimo será a resposta concreta de minha fé. Portanto, de um a dez por cento, cada um deve consultar a sua consciência e de acordo com a sua possibilidade, estabelecer o valor de sua retribuição. Deus não olha a quantia que lhe oferecemos. Deus olha a quantia do amor e da gratidão que temos para com Ele. Deus não é mendigo. Não pede esmolas. Por isso, também não merece nosso resto, nossa sobra, nossas migalhas. Deus merece o melhor que temos. E o melhor é o oferecer o máximo que podemos oferecer.

A Igreja Católica, no Brasil, sempre sensível às necessidades do povo, pede que cada um dê o Dízimo de acordo com o seu coração, de acordo com a sua consciência.

­Por que você deve ser dizimista?

Porque a Comunidade é sua!

Você tem aqui a sua casa, batiza aqui seus filhos, usa esta Igreja para a catequese e a primeira comunhão. Aqui você reza, agradece a Deus, manda celebrar Missa de louvores, de ação de graças e nos momentos de dor, aqui também reza pelos seus entes queridos.


Se a comunidade funciona bem, quem sai ganhando é você e a sua família.


Como na sua casa você tem gastos, a Igreja também tem suas despensas mensais:
- Manutenção do Templo, dos imóveis;
- Salário do Padre e dos funcionários, água, luz, telefone, folhetos, impressos, etc...


Você que é católico e ama a sua Igreja, e quer que Ela funcione bem, contribua com o dízimo, mas faça-o com alegria!


“As bênçãos divinas não lhe faltarão.”

 

­Para onde vai o dinheiro do dízimo?


O dinheiro do Dízimo, que nós levamos à Igreja vai para as seguintes finalidades:

- Finalidade Religiosa
- Finalidade Social
- Finalidade Missionária

­Finalidade religiosa do dízimo

A finalidade Religiosa do Dízimo tem por fim a manutenção da parte religiosa da Igreja. Quando você vem à Igreja participar da Santa Missa, percebe que tudo que existe aqui é para o seu próprio bem. Tudo está a serviço de sua própria salvação. Você encontra na entrada da Igreja os folhetos para acompanhar a liturgia, os folhetos para acompanhar os cantos. Você entra e senta nos bancos, está tudo limpo; olha para o Altar, uma linda toalha, velas acessas. Olha para cima, a luz está iluminando, o sistema de som funcionando, e não percebe que alguém deve contribuir na Comunidade para que isto aconteça. Não podemos esquecer ainda que a Comunidade tem que pagar conta de água, material para a secretaria, salário do padre e secretária, manutenção do Templo. Tem despensas com as pastorais da Paróquia: catequese, batismo, crisma, encontros de formação de catequistas, manutenção das salas da catequese, do salão paroquial e da casa do padre. Para atendermos todas estas necessidades e tantas outras aqui não mencionadas, a Comunidade necessita da colaboração e do Dízimo de todos.

Você acha justo que apenas uns poucos paroquianos sejam dizimistas e mantenham a Igreja?

Você acha justo que entre os dizimistas, poucos sejam os conscientes e muitos dêem de Dízimo só os restos, as sobras, as migalhas? Deus não é mendigo, para Ele devemos dar as melhores coisas.

Ora, a Igreja é de todos. Portanto, você que não é dizimista não está sendo justo para com a sua Igreja. Você está deixando para outro o que é de sua obrigação. E, além disso, está tentando enganar a Deus. (Leia Ml 3, 8).

Você que está dando de Dízimo um valor simbólico só para desencargo de consciência também não está sendo justo para com Deus.

Portanto, quem se omite de ajudar não devolvendo o Dízimo, não é cristão autêntico.

O cristão que só vai à Igreja quando precisa de alguma coisa, de algum sacramento e não assume seus deveres, não é cristão, e sim um explorador da Comunidade, que luta para possibilitar que as funções religiosas aconteçam. Quem não cumpre com seus deveres, também não pode ter seus direitos garantidos.

­Finalidade social

O Dízimo também tem a finalidade de atender a todos que por motivos diversos não podem prover seu sustento: os doentes, os idosos, os peregrinos, o menor abandonado, etc... Deus no Antigo Testamento se preocupava com os pobres e estabelece a eles o direito de serem atendidos com parte do Dízimo, como está no Livro do Deuteronômio (14, 29): “Não negligenciareis dos órfãos, das viúvas, dos indigentes, dos peregrinos.” A Comunidade que não se preocupa com os pobres, não agrada a Jesus e não é evangelizadora.

Se eu não contribuo com o Dízimo e a minha Comunidade não atender alguma pessoa necessita, por causa de minha omissão, um dia Deus vai pedir contas. “Tive fome e não me destes de comer, tive sede e não me destes de beber, era peregrino e não me acolhestes, estava nu e não me vestistes, estava enfermo e não me visitastes” (Mt 25, 42-43).

Mas se eu contribuo com amor e generosidade na minha Comunidade e ela através de uma equipe de promoção humana acolhe alguém necessitado, o meu Dízimo está acolhendo o próprio Cristo. “Toda vez que o fizestes a um destes meus irmãos mais pequeninos, foi a mim que o fizestes” (Mt 25, 40).

Por isso o Dízimo é criador de um espírito comunitário e me leva ao encontro do irmão necessitado, e eu, acolhendo o irmão, estou acolhendo o próprio Cristo.

­Finalidade missionária do dizímo

Parte do Dízimo que levamos à Igreja é destinado à Diocese, na manutenção do seminário para a formação de futuros padres, futuros missionários. A Comunidade tem que ser missionária. Lembrar sempre e ajudar a todos que se dedicam à pregação do Evangelho. Por isso, é importante levar o Dízimo à Comunidade, para que ela destine parte para esta finalidade. Jesus disse: “O trabalhar merece seu sustento” (Mt 10, 10). São Paulo nos alerta: “Os ministros do culto vivam do seu ministério” (I Cor 9, 13).

Com o dízimo assim entendido e praticado, podemos contar com uma Igreja sadia, fraterna, missionária e evangelizadora, comprometida e promotora dos necessitados e desamparados.

A Igreja não vive só de oração. Ela vive de oração e ação. São as duas pernas juntas para andar, ir e anunciar: “Ide por todo o mundo, anunciai o Evangelho” (Mt 28, 18-20).

Deus é pai, nós somos seus filhos

Deus é Pai, nós somos seus filhos, e como filhos temos que zelar pelas coisas do Pai. Deus fez a parte d'Ele, cabe a nós fazermos a nossa parte.Ele, na sua bondade infinita, institui a sua Igreja para evangelizar, catequizar, santificar, servir e tantas outras coisas mais. Mas, para que a Igreja de Cristo possa desempenhar a sua vocação evangelizadora no mundo, ela necessita de recursos materiais e esses recursos devem provir de Cristo aqui na Terra. muitos devem ter ouvido dizer: “vou dar uma esmola à igreja.”

O que você acha disso? estaria certo você dizer: “vou dar uma esmola à minha mãe?”

Para a mãe não se dá esmola! Ela tem o direito de ser amparada pelos seus filhos.

Pois bem, a Igreja é nossa mãe! Pelo batismo ela nos transformou em filhos de Deus. Pela crisma nos transformou em defensores do bem e inimigos do mal. É ela que nos anuncia constantemente o Salvador.

Por isso ela deve ser amparada também por cada um de nós como mesmo carinho, com o mesmo amor que devotamos à nossa mãe .

Muitas vezes o que se ouve de muitos católicos é bem o contrário, ao invés de ajudar, criticam a própria Igreja. “Sabem tudo, mas não entendem nada.” O dízimo é um tributo deixado por Deus para dar o amparo e sustentação à Igreja e cada um de nós é responsável por tudo isso.

O que são ofertas?

Ofertas são contribuições e espontâneas ocasionais que surgem quando somos tomados pela graça de Deus. Diferente, portanto, do Dízimo, que é uma contribuição mensal, sistemática e periódica.

Quando acontecem as ofertas?

Quando vamos à Igreja aos domingos participar da Santa Missa não podemos esquecer do nosso ofertório. É o momento propício para manifestar nossa gratidão pelos dons recebidos de Deus.

A palavra de Deus é clara e não deixa dúvidas quanto às ofertas: “Não aparecerão diante do Altar do Senhor de mãos vazias, mas cada um oferecerá conforme as bênçãos recebidas do mesmo Deus” (Dt 16, 16b-17).

Eu creio que ninguém é tão pobre que não tenha nada para oferecer. Quanto custa uma cerveja que tomamos com os amigos? Será que não temos este valor para colocar no ofertório? Quanto custa um maço de cigarro, um vidro de perfume? Quanto custa tantas outras coisas supérfluas que consumimos? Não quero dizer que tudo isso não seja importante, mas não podemos esquecer que tudo recebemos de Deus e Ele pede uma parte de volta em forma de ação de graças. Qual será nossa resposta à Palavra de Deus?

Para Refletir

“Há quem dá com liberdade e obtém mais. Outros poupam demais e vivem na indigência. A alma generosa será cumulada de bens; e o que largamente dá, largamente receberá” (Pr 11, 24-25).

Dízimo salva a gente?

Não. O Dízimo não salva ninguém. Não é o dinheiro que salva, quem salva é Deus; e que salvar a todos. Mas o Dízimo me leva mais perto de Deus, me aproxima mais d'Ele, porque me leva para a Comunidade. Dízimo é um meio e nós devemos abandonar os meios que nos fazem mais irmãos e nos conduzem para mais perto de Deus.

Quem deve dar o dízimo?

Todos devem dar o Dízimo. O rico dá o Dízimo de sua riqueza e o pobre de sua pobreza. Ninguém está dispensado, nem o Padre. Todos, sem exceção, formam a Comunidade e portanto, são responsáveis por ela.

Numa família em que mais de uma pessoa recebe salário, como deve ser o dízimo?

Numa família, em que mais de um membro recebe, pode-se dar o Dízimo Familiar, todos em conjunto em nome da família.

Melhor seria se cada um que recebesse salário desse seu Dízimo individualmente, assim a pessoa vai se conscientizando de sua obrigação na Comunidade.

Sou autônomo, como devo dar o dízimo?

Quem é autônomo deve calcular no fim do mês quanto recebeu e dessa importância devolver seu Dízimo.

Devo dar o dízimo de um ganho extra?

Sim, deve o Dízimo por menor que seja seu ganho extra.

Eu dou oferta na igreja, estou dispensado em dar o dízimo?

Não. O Dízimo é um trabalho de todos. Todos os cristãos devem dar o Dízimo e além disso, incentivar o Dízimo entre os irmãos de Comunidade. Cada um de nós tem a obrigação de anunciar aos outros a alegria de poder participar como dizimista na Comunidade.

O que ganho dando o dízimo?

Não se deve dar o Dízimo por causa do retorno. Deus também nos dá tanta coisa boa e qual o retorno que ele recebe?

Com o Dízimo eu aprendo a ser generoso. Um coração agradecido sempre agrada a Deus. Eu retribuo um pouco a Deus, do muito que Ele me dá. Por outro lado, a Igreja me prestará serviços religiosos quando eu precisar. Dízimo é gesto de fé, de gratidão, de fraternidade. Eu apenas devolvo a Deus uma parte do mundo que Ele me dá. E quando oferecemos o Dízimo, Deus não olha a quantia oferecida, Ele olha a quantia do amor, da gratidão e do reconhecimento que temos para Ele.

Diferença entre dízimo e oferta

Dízimo é um compromisso mensal regular com Igreja. É aquela parcela que todo o mês devolvemos a Deus através da Comunidade, calculada sobre toda a renda mensal. E sendo entregue regularmente, possibilita à Paróquia atender todas as despesas mensais da Evangelização.

Oferta é algo que se dá além do Dízimo. Por exemplo: As ofertas que se colocam nas Missas ou Celebrações da Palavra. Ou mesmo ofertas dadas na Comunidade. Pois bem, essas ofertas não são dízimo. São ofertas ocasionais.

Os pobres devem dar o dízimo?

Sim. Os pobres têm que dar o Dízimo, porque eles também fazem parte da Comunidade, e eles da mesma forma têm muito a agradecer a Deus. Por menor que seja seu Dízimo, a Comunidade deve recebê-lo com muito amor.

Dízimo deve ser mensal, semestral ou anual?

O Dízimo deve ser mensal para quem recebe salário todo mês. Para quem tem chácaras, sítios, fazendas, etc... que não tem salário fixo, na hora de vender sua produção, tem que separar a parte que é de Deus e levar na Comunidade.

Eu dou meu dízimo através de doações. O que você acha disso?

Muitas pessoas, por ocasião da festa do padroeiro, dão uma vaca, um bezerro ou qualquer prenda e com isso querem se isentar do Dízimo. O Dízimo não se substitui por nada. Dízimo, ofertas e doações são distintas uma das outras.

O valor que contribuímos é importante?

Sim, é muito importante o valor da contribuição. Não adianta contribuir com o dízimo apenas para enganar a nossa consciência, para nos titularmos como dizimistas. O dízimo deixa de ser considerado dízimo e se torna esmola quando um católico que tem condições financeiras de dar um valor, prefere contribuir com menos; estes católicos não contribuem de bom coração e nesse caso melhor seria se não contribuíssem.

Dízimo é ter confiança em Deus

“Portanto, não fiquem preocupados, dizendo: O que vamos comer? O que vamos beber? O que vamos vestir? Os pagãos é que ficam procurando essas coisas. O Pai de vocês, que está no céu, sabe que vocês precisam de tudo isso. Pelo contrário, em primeiro lugar busquem o Reino de Deus e a sua justiça, e Deus dará a vocês, em acréscimo, todas essas coisas” (Mt 6, 31-33).

Vivência dos primeiros cristãos

“Eram perseverantes em ouvir o ensinamento dos apóstolos, na comunhão fraterna, no partir do pão e nas orações. Em todos eles havia temos, por causa dos numerosos prodígios e sinais que os apóstolos realizavam. Todos os que abraçavam a fé eram unidos e colocavam em comum todas as coisas; vendiam suas propriedades e seus bens e repartiam o dinheiro entre todos, conforme a necessidade de cada um” (At 2, 42-45).

Dízimo, responsabilidade de todos

O Dízimo é um dos meios pelos qual cada cristão, vivendo como membro da família do povo de Deus, demonstra sua co-responsabilidade pela vida e manutenção da Igreja. O Dízimo não é uma esmola, uma coleta, nem um meio de “pagar” os sacramentos. A Comunidade não precisa de esmolas, mas de membros responsáveis, irmãos e irmãs da mesma família, que ajudaram a mantê-la.

Por isso vamos deixar de ser uma Igreja pedinte e mendiga. Vamos assumir nosso compromisso de cristãos comprometidos com a Igreja e com o Reino de Deus.

 

Devolver o Dízimo é muito mais que uma obrigação, é a própria vivencia do grande mandamento do amor: “Amai-vos uns aos outros, como eu vos amo” (Jo 15, 12).

 

33 RAZÕES PORQUE DEVO SER DIZIMISTA

O dízimo é santo .....................................................-Levítico 27:30-32

Quero ser participante de grandes bênçãos............-Malaquias 3:11-12

Amo a obra de Deus na face da terra.......................-Malaquias 3:9

Deus é dono de tudo................................................-Salmo 24:1

Eu mesmo vou gozá-lo na casa de Deus.............-Deuteronônimo 14:23

Mas bem aventurado é dar que receber...................-Atos: 20:35

Deus ama ao que dá com alegria..............................-II Cor 9:7

Tudo vem das mãos de Deus....................................-I 29:14

Meu rico tesouro está nos céus................................-Mateus 6:19-21

Tudo que peço a Deus recebo...................................-Mateus 7:7-9

Obedeço a Deus........................................................-Atos 5:29

A bênção de Deus é que enriquece............................-Prov. 10:22

Para cada Lei, Deus promete recompensa.................-Salmo 19:7

Receberei de Deus com a mesma medida..................-Lucas 6:38

Os pensamentos de Deus são mais altos..................-Isaías 55:9

Deus me escolheu e nomeou.....................................-João 15:15

Deus diz: fazei prova de mim.....................................-Malaquias 3:10

Meu salário não será posto em saco furado...............-Ageu 1:6

É minha responsabilidade o sustento da Igreja.........-Malaquias 3:10

Deus suprirá todas as minhas necessidades .............-Filipenses 1:19

Os levitas já encontraram o dízimo.............................-Hebreus 7: 5

Abraão deu os dízimos antes da Lei...........................-Gêneses 14:18-2

Cristo era da ordem de Melquisedeque......................-Hebreus 5:10

Dízimos e ofertas são sustentos ministeriais.............-I Cor. 16:02

Quem trabalha deve viver do seu próprio trabalho....-I Cor. 09:14

O sustento ministerial é bíblico...................................-I Cor. 9:7-14

No Novo Testamento eles davam tudo.......................-Atos 4:34-35

Deus se agrada daquilo que o homem dá com amor..-Gêneses 4:4

Deus manda o pobre e o rico contribuir......................-Lucas 16:10

Devo ajudar a sustentar aquele que me orienta........-Gálatas 6:6

Tudo vem de Deus, apenas restituímos 10%.............-I Cron. 29:14

Ajudarei a construir templos para ganhar almas........-I Con.29-1:18

ENFIM DIZIMISTA POR QUE JESUS MANDOU...............-Lucas 11:42

 

Dízimo ou Oferta?

É verdade que na Bíblia Sagrada Deus nos pede o Dízimo e a Oferta. “Pagai integralmente os dízimos à casa do Senhor” (Mal 3, 10). “Dizei ao povo de Israel que me faça uma oferta diz o Senhor” (Ex 25,2).

Existe uma grande diferença entre Dízimo e Oferta, embora ambos sejam frutos de nossa fé, do nosso reconhecimento, da nossa gratidão para com Deus, da nossa generosidade, de nosso coração.

Dízimo é devolver a Deus, com fidelidade, uma parte de tudo aquilo que Ele próprio nos dá, como primícias da nossa renda. Quer dizer que toda vez que Deus nos dá, nós separamos “as primícias”, a parte consagrada a Ele, e fazemos a devolução. Se a nossa renda é a colheita, nós daremos o nosso Dízimo quando realizarmos a nossa colheita no campo. Se a nossa renda é o nosso salário, devolvemos nosso Dízimo como primeiro gesto de gratidão a Deus, logo que recebemos o nosso salário. Se a nossa renda for o fruto da venda de algum bem, daremos o Dízimo da nossa renda ao receber o que ganhamos com a venda daquele bem.

A Oferta é livre, não tem momento certo, depende da necessidade de quem solicita e da disponibilidade de quem oferece. O dízimo tem um destino certo: a Igreja de Jesus Cristo, para a realização da obra de Deus, de acordo com um plano pastoral que abrange a dimensão religiosa, social e missionária. Este plano tem continuidade, não pode sofrer interrupções, por isso deve contar com recursos regulares. É o Dízimo que deve sustentar o plano pastoral da Igreja para a realização da obra de Deus. As ofertas se destinam geralmente para a realização de obras complementares ou para socorrer alguma emergência pessoal ou comunitária, ou ajudar o plano pastoral da Igreja, mas como acréscimo ao Dízimo, que constitui a pastoral de sustentação da vida paroquial.


Pastoral do Dízimo

Algumas informações práticas:

1. O dízimo deve ser entregue na Secretaria Paroquial ou você pode colocar nos cofres ou deixar no cesto na hora da missa.

2. Todos os dias nós rezamos por você que é nosso dizimista.

3. O segredo do dízimo está na sua fidelidade. “Deus é fiel”

4. Reflita sobre as 33 razões, porque devo ser dizimista?

5. Com seu dízimo pagamos: os funcionários, a luz, a água, o telefone e uma boa parte auxilia na obra evangelizadora da igreja, além de um valor ser destinado para a formação dos novos padres.

6. Como ser dizimista?

É só procurar a secretaria paroquial no horário comercial ou dirigi-se ao plantão do dízimo durante as celebrações, preencher uma ficha e começar a colaborar de acordo com seu coração.

Dízimo é:

Expressão do amor que torna possível o milagre da partilha;

Compromisso de fidelidade a Deus e aos irmãos;

Acima de tudo uma resposta de fé.

Dízimo: Você colabora a comunidade agradece e Deus recompensa.

 

Meus 10 Mandamentos do Dízimo

1º Sou dizimista porque amo a Deus e amo o meu próximo. (2Co 9, 7)

2º Sou dizimista porque reconheço que tudo recebo de Deus. (Sl 23; 1Cor 4, 7)

3º Sou dizimista porque minha gratidão a Deus me leva a devolve um pouco do muito que recebo. (Lc 17, 11-19)

4º Sou dizimista porque aceito como palavra de Deus o que leio na Bíblia. (Ml 3,10; Lc 21,1-4)

5º Sou dizimista porque creio, e confio, em Deus Pai. (Mt 6, 25-31)

6º Sou dizimista porque o ato de partilhar irá matando o meu egoísmo. (Lc 12, 16-21; Pd 4,8)

7º Sou dizimista porque creio na vida cristã em comunidade. (Mt 18,20)

8º Sou dizimista porque Deus, o único pai rico, não quer ninguém passando necessidade. (Mt 25,40)

9º Sou dizimista porque gosto de viver em liberdade e alegria. (Jo 14, 1-5; Mt 25, 34)

10º Sou dizimista porque quero ver minha comunidade crescer e minha Igreja testemunhar o Evangelho de Jesus no mundo inteiro. (Mt 28, 19-20; Mc 16,15)

Para ser dizimista você precisa preencher uma ficha no plantão do dízimo durante as missas ou na secretaria paroquial no horário comercial. A partir deste momento você começa a devolver o seu dízimo, conforme Deus orienta na Bíblia.

Quanto se deve dar de Dízimo?

Dízimo é uma questão de generosidade. "Dê cada um conforme o impulso do seu coração, sem tristeza nem constrangimento. Deus ama quem dá com alegria" (2 Cor 9,7). O dizimista deve sentir-se livre perante Deus ao fixar o percentual de sua contribuição. Não deve se preocupar com o que sai do seu bolso (se muito ou pouco dinheiro), mas com o que sai do seu coração (se pouco ou muito amor a Deus e à comunidade).

 

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